IBGE: Varejo cresce 1,8%. Informática atinge 24,8% em março

O Comércio Varejista do País volta a registrar alta, neste terceiro mês de 2008, assinalando taxas de 1,8% no volume de vendas e de 2,3% na receita nominal, ambas as variações com relação ao mês anterior.

Nas demais comparações, obtidas das séries originais (sem ajuste), o varejo nacional obteve, em termos de volume de vendas, acréscimos da ordem de 11,4% sobre março do ano anterior e de 12,0% e 10,2% nos acumulados do primeiro trimestre e dos últimos 12 meses, respectivamente.

Em março, em sete das dez atividades pesquisadas houve altas no volume de vendas. Em ordem de magnitude, os resultados foram: Tecidos, vestuário e calçados (6,1%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3,3%); Combustíveis e lubrificantes (1,7%); Móveis e eletrodomésticos (1,6%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,4%); Material de construção (1,2%); Veículos e motos, partes e peças (0,2%); Livros, jornais, revistas e papelaria (-1,3%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-2,1%) e Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-5,6%).

Em relação a março de 2007 (série sem ajuste), houve altas no volume de vendas de todas as atividades do varejo cujas taxas, por ordem de importância no resultado global, foram: Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo(9,7%); Móveis e eletrodomésticos (14,3%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (23,7%); Tecidos, vestuário e calçados(11,9%); Combustíveis e lubrificantes (5,5%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (9,6%);Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (24,8%) e Livros, jornais, revistas e papelaria (7,1%).

O segmento de Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação ,obteve acréscimo no volume de vendas, em março, da ordem de 24,8% sobre igual mês do ano passado e taxa acumulada no ano foi de 29,2% e nos últimos 12 meses de 31,3%. Trata-se da atividade com o maior patamar de crescimento este mês.

Dentre os fatores que vêm determinando este desempenho, destacam-se a redução de preços, facilidades de financiamento, e a crescente importância que os produtos de informática e comunicação vêm tendo nos hábitos de consumo das famílias.

A variação de 12,0% no Comércio varejista no primeiro trimestre de 2008, comparado com igual período de 2007, superou não só a do último trimestre do ano anterior (9,6%) como todas as variações trimestrais desde o início da série.

As atividades que determinaram tal comportamento foram: Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo que evolui de 5,8% para 8,9%; Móveis e eletrodomésticos (de 13,5% para 17,3%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (de 20,7% para 26,9%); Tecidos, vestuário e calçados (de 11,9% para 13,3%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria(11,3% para 13,2%) e Livros, jornais, revistas e papelaria (de 7,17% para 11,0%). A atividade de Combustíveis e lubrificantes, que evoluiu de 5,2% para 5,3% apresentou estabilidade. Já o crescimento da atividade de Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação foi menor: de 38,2% no último trimestre de 2007 para de 29,2% no primeiro trimestre deste ano.

Pelo cenário exposto na pesquisa do IBGE, o pior da crise internacional já passou para o Brasil e pelo jeito já vai bem longe.

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