ANATEL investiga interrupções de redes

Comunicado da Anatel (09) informa que realizará fiscalização para analisar as causas e conseqüências de três incidentes ocorridos nas redes da TIM Celular, Vivo e Telesp: Paralisação do Speedy da Telesp, no estado de São Paulo; falha em equipamento da Vivo, em Belo Horizonte (MG) e falha em equipamento da TIM Celular, em várias regiões do País

Segundo o comunicado, as prestadoras foram notificadas e, caso comprovadas as responsabilidades, haverá a exigência de ressarcimento dos danos causados aos consumidores prejudicados pelas falhas.

Nos três casos, a Anatel verificará não só a qualidade dos serviços prestados, mas também a adequada confiabilidade das redes de telecomunicações – especialmente para que não haja descontinuidade dos serviços em situações críticas. Após a análise das ocorrências, a Agência promete que procederá às devidas autuações e, se for o caso, aplicar as sanções regulamentares.

Saiba mais sobre as ocorrências

A paralisação do Speedy da Telesp – ocorrida entre 6 e 9 de abril de 2009. A falha do Serviço de Comunicação Multimídia da Telesp, causada aparentemente por sobrecarga anormal, afetou todos os cerca de 4 milhões de usuários do Speedy.

A falha da Vivo em Belo Horizonte – ocorrida em 8 de abril de 2009, às 17 horas. Em fase de avaliação, observou-se falha no PTS (elemento de rede responsável pela sinalização de tráfego – voz, dados e mensagens) ou degradação também no HLR (elemento de rede responsável pelo registro/autenticação dos usuários) da Vivo, prejudicando a prestação do serviço de 1,8 milhão dos 45 milhões de usuários. As bases afetadas são das tecnologias GSM e W-CDMA (3G).

Falha da TIM Celular – ocorrida entre 2h46min e 13 horas do dia 27 de março de 2009. Com a ocorrência de anormalidade no hardware do equipamento HLR-HBSA01, houve indisponibilidade nos sinais de voz, mensagens de texto (SMS) e mensagens multimídia (MMS) para usuários atendidos por esse equipamento no Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Goiás e nas regiões Norte e Nordeste. O número de acessos móveis afetados é de aproximadamente 1,6 milhão, de um total de 36 milhões de usuários.

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